Os robôs repetem os erros de modo perfeito. Conosco isso não acontece. Descubra aqui mais informações sobre processos estáveis!

Que processos existem e qual é o certo para sua aplicação?

Na fabricação industrial, o corte de materiais é um processo central.

Seja metal, concreto ou materiais compostos – a escolha do processo de corte certo em aplicação estacionária influencia não só a qualidade do corte como também a eficiência da produção.

Mas que processos de corte existem e quando devem ser aplicados?

O que é corte a frio e quando é que essa é a melhor escolha?

O corte a frio (até 100° C) é um processo em que não pode haver nenhuma formação de calor na peça ou, no limite, somente uma formação mínima. Isso é especialmente importante quando é necessário evitar alterações térmicas do material, como o revenimento ou a distorção.

Os processos típicos do corte a frio são corte com serra circular com lâminas de serra de carboneto de tungstênio ou HSS, corte com serra de fita e corte com discos de corte estacionários com ou sem refrigeração (corte a seco). Estes métodos são aplicados sobretudo no processamento de metais, por exemplo, no corte de componentes de precisão ou na indústria aeronáutica e aeroespacial, onde as propriedades materiais devem permanecer inalteradas.

Quais são as vantagens do corte a frio?

Uma grande vantagem do corte a frio (<100°C) é o fato de não causar alterações na estrutura ou descolorações térmicas e oferecer uma elevada qualidade de corte sem reprocessamento complicado. Os cortes são precisos e quase sem rebarbas.

Em todo o caso, esse processo nem sempre é o ideal. Em materiais muito duros ou de paredes espessas, o corte a frio pode ser ineficiente, pois a velocidade de corte é mais reduzida e o desgaste da ferramenta aumenta.

O que acontece no corte a quente e onde ele é aplicado?

O corte a quente está entre o corte a frio e o corte a altas temperaturas (100-600°C). Aqui existe uma certa formação de calor que, porém, não é suficiente para alterar significativamente a estrutura do material. Os processos típicos são o corte abrasivo com discos de liga resinoide, o corte a laser com potência moderada, assim como o corte por jato de água com aditivos abrasivos.

Esses métodos são usados frequentemente na usinagem de aço e alumínio, quando é requerida uma velocidade de corte elevada, mas as alterações nos materiais devem se manter limitadas.

Quais são os benefícios do corte a quente?

Uma vantagem do corte a quente é permitir cortes consideravelmente mais rápidos do que o corte a frio e exigir menos reprocessamento do que o corte a altas temperaturas. Além do mais, ele é adequado para materiais com espessuras médias a grossas.

Porém, dependendo do processo, podem ocorrer zonas de calor que influenciam o material. Em muitos casos, é necessário um arrefecimento ou reprocessamento para conseguir um resultado ideal.

Por que é que o corte a altas temperaturas é tão potente e o que é necessário ter em conta?

No corte a altas temperaturas (600 até 1.000°C) se formam temperaturas muito altas que podem alterar a estrutura do material. Esses processos são especialmente potentes e são aplicados preferencialmente se for necessário processar grandes espessuras de material ou materiais difíceis de cortar.

Entre os métodos mais comuns estão o corte a chama autógeno com chama oxiacetilênica, o corte a plasma com gás ionizado e ainda o corte a laser com alta energia. Esses processos são indispensáveis na engenharia mecânica, na indústria pesada e na construção em aço, quando é necessário cortar chapas grossas ou contornos complexos em pouco tempo.

O que é que distingue o corte a altas temperaturas?

A grande vantagem do corte a altas temperaturas está na sua velocidade de corte extremamente alta, o que permite processar de modo eficiente até mesmo peças de grandes dimensões. Além do mais, é ideal para materiais grossos e de alta resistência e pode ser automatizado na produção em série sem nenhum problema.

Porém, também tem desvantagens: A zona de influência térmica intensa pode alterar a estrutura do material, o que, por sua vez, pode alterar a dureza e a estrutura nas arestas de corte. O reprocessamento, como retificar ou rebarbar frequentemente é necessário e o consumo de energia desses processos é consideravelmente mais alto do que no caso do corte a frio ou a quente.

Qual dos processos de corte é o certo para sua aplicação?

A escolha do processo de corte adequado depende de vários fatores: material, qualidade de corte exigida, velocidade da produção e reprocessamento.

  • Quando se trata de cortes precisos e sem rebarbas sem alteração da estrutura, o corte a frio é a melhor escolha.
  • Se for necessária uma boa relação entre velocidade e qualidade, o corte a quente é recomendado.
  • Para um rendimento máximo em grandes espessuras de material, o corte a altas temperaturas é a solução mais eficiente.

Cada processo tem sua elegibilidade – a escolha certa determina a eficiência e a qualidade do produto. Se você pretende aplicar o processo de corte ideal em sua produção:

Entre em contato conosco, nossos consultores técnicos especializados estão à disposição para ajudar.

Entrar em contato agora

Assinatura do boletim informativo da PFERD TOOLS

Registre-se aqui gratuitamente em nosso boletim informativo da PFERD TOOLS e receba regularmente todas as notícias mais recentes sobre produtos, serviços e promoções do mundo da PFERD TOOLS.